Com base na perspectiva neoliberal apesentada por Pablo Gentili, fale sobre a crise educacional, aponte os culpados por essa crise, quem deve ser consultado para que se obtenha orientações acerca da crise e cite as estratégias recomendadas para superá-la.
O Blog Educação e Realidade Social é um espaço destinado à discussão acerca das questões sociais, políticas, econômicas e culturais e suas relações com a educação básica e superior no Brasil. Através deste blog buscamos fazer com que as discussões realizadas na disciplina fundamentos sociopolíticos e econômicos da educação extrapolem o espaço e o tempo da sala de aula, tornando-se um ambiente de aprendizado colaborativo acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. Sejam bem-vindos.
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Tázia Tatiane
ResponderExcluirA crise inclusive nos paises mais pobres, não faltam escolas, faltam escolas melhores; não faltam professores, faltam professores mais qualificados; não faltam recursos para financiar as politicas educacionais, ao contrário, falta uma melhor distribuição dos recursos existentes. Existem os culpados diretos e os indiretos, entre os primeiros, se encontram o modelo de Estado assistencialista e uma das configurações institucionais que o tem caracterizado: os sindicatos. Entre os principais responsáveis pela crise educacional se encontram os próprios sindicatos de professores e todas aquelas organizações que defendem o direito igualitário a uma escola pública de qualidade. Os exitosos: os homens de negócios, devem ser consultados e podem ajudar a sair da crise. As estretégias para se sair dela, existe um consenso estretégico entre políticos, tecnocratas e intelectuais conservadores sobre como e com que receitas enfrentar a crise educacional. Tal consenso decorre da formulação de um diagnóstico comum(a partir do qual é possível explicar e descrever os motivos que originaram a crise) e, ao mesmo tempo, de uma identificação também comum sobre os supostos responsáveis por essa crise.
A crisee a f em falta de escolas apropiadas e bem estruturadas,existe a falta de qualificação profissional dos educadores nos paises pobres e principalmente nas zonas rurais,a culpa na maioria das vezes e o governo pois não fiscaliza melhor a distribuição de verbas para a educação e as estrategias e elimininar os causadores desta crise.
ResponderExcluirPatricia keila
CRISE EDUCACIONAL:
ResponderExcluirTrata-se fundamentalmente de uma crise de qualidade decorrente da improdutividade que caracteriza as práticas pedagógicas e a gestão administrativa da grande maioria dos estabelecimentos escolares, ou seja, existe uma ineficiencia, má qualidade e produtividade educacional. Segundo os neoliberais, esta crise se explica, em grande medida, pelo caráter estruturalmente ineficiente do Estado para gerenciar as políticas públicas.
OS CULPADOS PELA CRISE:
Os principais responsáveis pela crise educacional se encontram os próprios sindicatos de professores e todas aquelas organizações que defendem o direito igualitário a uma escola pública de qualidade, como por exemplo, partidos políticos, grêmios estudantis dentre outros.
As ESTRATÉGIAS RECOMENDADAS PARA SUPERÁ-LA:
a) por um lado, a necessidade de estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade dos serviços educacionais (na ampla esfera dos sistemas e, de maneira específica, no interior das próprias instituições escolares)
b) por outro, a necessidade de articular e subordinar produção educacional às necessidades estabelecidas pelo mercado de trabalho.
QUEM DEVE SER CONSULTADO PARA QUE SE OBTENHAM ORIENTAÇÕES ACERCA DA CRISE:
Os grandes empresários que são conhecedores a fundo sobre o mercado, juntamente com os que conhecem a parte interessada, a educação, como por exemplo, os técnicos de alto nível, que trabalham em organismos internacionais ligados ao banco mundial, como BIRD, CEPAL, MEC Os neoliberais defendem que só há uma saída para a crise - economia de mercado.
De acordo com Gentili (1996), o neoliberalismo deve ser compreendido como um processo de construção da hegemonia da classe dominante que se implementa em dois sentidos: um conjunto de reformas concretas no plano econômico, político, educacional, etc. Como também legitimar suas reformas como as únicas que devem ser aplicadas na conjuntura da atual sociedade.
ResponderExcluirO neoliberalismo é a nova forma que a classe dominante encontrou para se manter no poder e aumentar o abismo existente entre a minoria privilegiada e a maioria desfavorecida. Porém, ele não revela a sua verdadeira face excludente e antidemocrática. O neoliberalismo se coloca como um cordeiro quando, na verdade, é um lobo, se propondo a solucionar todos os problemas decorrentes do capitalismo, se mostrando como único meio viável para salvar a sociedade dos males que a acomete.
Esse tema me interessou n momento em que percebi que somos como fantoches nas mãos dos neoliberais, sendo levados a acreditar que é condição natural poucos gozarem de muito, enquanto muitos possuem tão pouco. Importante mencionar que não me refiro apenas a dinheiro ou bens materiais, mas também a conhecimento e tecnologias.
No que diz respeito à educação de qualidade, o neoliberalismo entende como algo que deve ser concedido a quem tiver meios para assegurá-la, não como direito de todos
A grande operação estratégica do neoliberalismo consiste em transferir a educação da esfera da política para a esfera do mercado, questionando assim seu caráter de direito e reduzindo-a a sua condição de propriedade. É neste quadro que se reconceitualiza a noção de cidadania, através de uma revalorização da ação do indivíduo enquanto proprietário, enquanto indivíduo que luta por conquistar (comprar) propriedades-mercadorias de diversa índole, sendo a educação uma delas. O modelo de homem neoliberal é o cidadão privatizado, o enterpreneur, o consumidor. (GENTILI,1996, p.20-21).
ResponderExcluirDessa forma, a educação passa a ser como um bem de consumo como outro qualquer e terá direito a ela quem tiver dinheiro para comprá-la, da mesma maneira que tem a melhor TV quem por ela pode pagar. Na concepção neoliberal a educação deve além de formar para o trabalho, se transformar nele.
PERSPECTIVAS NEOLIBERAIS PARA A EDUCAÇÃO
A tentativa neoliberal de monopolizar o poder está presente em vários âmbitos da sociedade, econômico, político, cultural e, como não poderia deixar de ser, no âmbito educacional.
No panorama neoliberalista, o papel da educação é moldado de acordo com os segmentos que a classe dominante julga pertinente para beneficiar os seus interesses. Nessa era capitalista, tais interesses são camuflados atrás de uma preocupação inusitada com a classe pobre e sem qualificação, quando na verdade, os neoliberais pretendem obter mão- de- obra qualificada que sirva às necessidades do mercado e lhe garanta lucratividade.
Os avanços tecnológicos, o mercado que parece saciar todas as necessidades humanas dando uma sensação de liberdade, potencializam a exclusão, sendo que esses benefícios são para poucos. A esmagadora maioria fica à margem, vivendo o lado negativo do capitalismo. Mas a questão vai além de classificar o dito homem de negócios como sendo o ser perverso que está levando a humanidade à ruína, mas de democratizar o acesso ao conhecimento, o progresso tecnológico e o processo de qualificação educacional.
Os senhores do capitalismo não se importavam com a camada miserável e sem instrução até sentirem falta de mão de obra qualificada para suprir as necessidades do mercado.
Fala-se na importância da qualificação do sujeito, mas o mundo empresarial não tem o menor interesse em agregar um número considerável de trabalhadores, pelo contrário, é da natureza do capitalismo uma seletividade exacerbada. Assim, uma educação voltada apenas para o trabalho, além de não suprir a necessidade da formação do homem em sua completude, não garante a inserção de todos no próprio mercado.
Não quero com isso dizer que uma educação que prepara para o mercado de trabalho deva ser desprezada. Afinal, não se pode viver à margem do mundo, sem levar em consideração que este caminha nos braços do capitalismo, dos avanços tecnológicos, da globalização, pedindo então, um trabalhador qualificado. Mas, essa educação sozinha é limitada, não forma o cidadão, o sujeito ético, apto a conviver bem com o seu próximo. Paulo Freire corrobora essa afirmativa.
[...] Não é possível pensar os seres humanos longe, sequer, da ética, quanto mais fora dela. Estar longe, ou pior, fora da ética, entre nós, homens e mulheres, é uma transgressão. É por isso que transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano no exercício educativo: o seu caráter formador. Se se respeita a natureza do ser humano, o ensino dos conteúdos não pode dar-se alheio à formação moral do educando. Educar é substantivamente formar. (FREIRE, 2000, p. 36-37).
Assim percebe-se o quanto é necessária uma educação que não só qualifique para o mercado, mas que humanize o sujeito. Não se pode dissociar valores éticos e morais do âmbito educacional, valorizando a formação técnica em detrimento da preparação do cidadão crítico-reflexivo e atuante na sociedade.
QUALIDADE EDUCACIONAL
ResponderExcluirApós o término da ditadura, a sensação que se teve foi de que a democracia havia sido alcançada por todos aqueles que lutavam para que tal vitória acontecesse. No âmbito educacional não foi diferente. Porém, o desejo de democratização foi aos poucos abandonado e substituído por anseios de qualidade, tendo esta uma concepção advinda do mundo empresarial e refletindo os interesses da classe dominante, afinal, uma democratização não corresponde às características do capitalismo. O mundo dos negócios se tornou referência para todas as ações do homem; tudo gira em torno da lógica do mercado, que dita as regras do jogo de maneira que a classe dominante domine cada vez mais e acredita que a qualidade do profissional reflete na qualidade do produto, refletindo assim na quantidade do lucro.
Essa transferência do conceito de qualidade do mundo empresarial para a escola, como meio de solucionar a crise educacional, traz consigo a competitividade típica do mundo dos negócios. A busca por estar no topo, ou perto dele, no ranking de qualidade, é um dos fatores que faz com que apenas se treine estudantes para dar respostas em provas ao invés de educá-los. A educação é tida como um mero bem de consumo, onde quem pagar mais terá o melhor, apenas a minoria tem condições para pagar. Faz-se necessário mencionar que a escola pública está em desvantagem nessa competição, visto que a maioria dessas escolas não possui ao menos uma educação com conteúdos que permita aos seus estudantes conseguirem uma boa colocação no vestibular, por exemplo. Claro que apenas conteúdos não são o suficiente para formar um sujeito, mas não se pode negar que deve, também, fazer parte da sua formação.
Apenas extirpar o conceito de qualidade na forma em que ele se apresenta não é o suficiente para construir um novo modelo educacional. È necessária outra concepção, distinta do significado que se emprega no mercado, onde qualidade está associada à rentabilidade. Gentili, com efeito, vem dizer:
Não existe "qualidade" com dualização social. Não existe "qualidade" possível quando se discrimina, quando as maiorias são submetidas à miséria e condenadas à marginalidade, quando se nega o direito á cidadania a mais de dois terços da população. Reiteramos enfaticamente: "‘qualidade' para poucos não é ‘qualidade', é privilégio". Nosso desafio é outro: consiste em construir uma sociedade onde os "excluídos" tenham espaço, onde possam fazer-se ouvir, onde possam gozar do direito a uma educação radicalmente democrática. Em suma, uma sociedade onde o discurso da qualidade como retórica conservadora seja apenas uma lembrança deplorável da barbárie que significa negar às maiorias seus direitos. (GENTILI, 1994, p. 177).
Uma educação de qualidade, inclusiva, capaz de formar o cidadão apto a conviver e respeitar o próximo, capaz de tornar o sujeito reflexivo, crítico e transformador da realidade, deve ser direito de todos, não mais uma forma utilizada para que a sociedade permaneça elitista, excludente.
A crise:
ResponderExcluirTrata-se,fundamentalmente, de uma crise de qualidade decorrente da improdutividade que caracteriza as práticas pedagógicas e a gestão administrativa da grande maioria dos estabelecimentos escolares.
Os culpados:
Entre os principais responsáveis pela crise educacional se encontram os próprios sindicatos de professores e todas aquelas organizações que defendem o direito igualitário a uma escola pública de qualidade.
Quem deve ser consultado para que se obtenha orientações acerca da crise:
Na perspectiva neoliberal - Os homens de negócios, pois se os empresários souberam triunfar na vida (isto é, se souberam desenvolver-se com êxito no mercado) e o que está faltando em nossas escolas é justamente "concorrência", quem melhor do que eles para dar as "dicas" necessárias para triunfar?
As estratégias recomendadas para superá-la:
Promover uma mudança substantiva nas práticas pedagógicas, tornando-as mais eficientes; reestruturar o sistema para flexibilizar a oferta educacional; promover uma mudança cultural, não menos profunda, nas estratégias de gestão; reformular o perfil dos professores, requalificando-os; implementar uma ampla reforma curricular, etc.
A crise
ResponderExcluirInicia-se pelo processo de expansão da escola durante a segunda metade do século ocorreu de forma acelerada sem que tal crescimento tenha garantido uma distribuição eficiente dos serviços oferecidos .Trata-se fundamentalmente de uma crise de qualidade decorrente da improdutividade que caracteriza as práticas pedagógicas; esta crise explica em grande medida pela ineficiência do estado para gerenciar ad políticas públicas.
Os culpados
Pela crise destaca-se principalmente os sindicatos de professores e todas as organizações que defendem o direito igualitário a uma escola pública de qualidade; o problema é mais complexo pois os indivíduos são também culpados pela crise. A sociedade e culpada na medida em que as pessoas aceitaram como natural e inevitável STATUS QUO estabelecido por sistema improdutivo de intervenção estatal.
Quem deve ser consultado:
Obviamente os exitosos: os homens de negócios os empresários para ajudar-nos a sair da improdutividade e da ineficiência que caracterizam as práticas escolares e que regulava lógica cotidiana das instituições educacionais em todos os níveis.
As estratégias recomendadas para superá-la:
a) por um lado, a necessidade de estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade dos serviços educacionais (na ampla esfera dos sistemas e, de maneira específica, no interior das próprias instituições escolares)
b) por outro, a necessidade de articular e subordinar produção educacional às necessidades estabelecidas pelo mercado de trabalho.
ARILENE KAREN
Os culpados pela péssima educação neste pais são vários entre eles governos, professores e aluno sem compromissos.
ResponderExcluir1º Alunos: governo entrega livros, cadernos, canetas, lápis, borrachas, merenda e etc. professores passam e explicam conteúdos e tentam fazer com que eles aprendam e tome gosto pelo conhecimento. Eles por sua vez não utilizam os livros deixam em casa e se quer abrem quando estão em casa vão para escola esperam tocar para o intervalo para merenda depois não retornam para sala de aula enchem a barriga e vão namora ou jogar bola.
2º Professores: governos abrem concursos para professores eles não reclamam do salário ofertado, mandam verbas para as escolas e equipamentos para laboratórios e etc. Alunos vão a escola assistem aulas e querem aprender e adquirir conhecimento. Eles por sua vez fazem greves por aumento de salário pedem melhor condições de trabalho e valorização da categoria.
3º Governos: Alunos querem educação de qualidade melhores condições de estudo. Professores se dedicam vão as salas de aula querem contribuir o máximo com a sociedade. Eles por sua vez dizem que não podem dar aumento que os cofres públicos estão sem condições para isso e que professores e alunos voltem para sala de aula.
Na minha visão deveríamos se unir e não ficar atingindo uns aos outros procurando culpados para essa crise se todos podem contribui a favor da EDUCAÇÂO.
A crise educacional se dá devido a falta de escolas melhores, falta de investir com mais sabedoria e compromisso na educação e investir mais na qualificação dos professores.
ResponderExcluirOs culpados por essa crise são: o Estado, os sindicatos que não defendem de forma correta seus direitos e os próprios indivíduos. Os melhores consultores a cerca dessa crise são os comerciantes, eles sabem melhor que ninguém como sair de uma crise. As estratégias para superá-las são: a necessidade de estabelecer mecanismos de controle e avaliação para uma educação de qualidade, e articular e subordinar a produção educacional estabelecidas a necessidades do mercado de trabalho.
A crise na educação é complexa, não se reduz apenas a um modelo de estado. A sociedade em geral é culpada quando aceita o sistema improdutivo do estado e de grandes corporações muitas vezes sustentadas por ele. A escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento. Numa pespectiva neoliberal homens de negócio devem ser consultados para traçar estratégias vencer a crise.
ResponderExcluirResumindo, o sistema educacional deve promover a empregabilidade.
REInilson
Acho que Souzinha deixou td bem claro ao fazer o seu comentario :
ResponderExcluirCRISE EDUCACIONAL:
Trata-se fundamentalmente de uma crise de qualidade decorrente da improdutividade que caracteriza as práticas pedagógicas e a gestão administrativa da grande maioria dos estabelecimentos escolares, ou seja, existe uma ineficiencia, má qualidade e produtividade educacional. Segundo os neoliberais, esta crise se explica, em grande medida, pelo caráter estruturalmente ineficiente do Estado para gerenciar as políticas públicas.
OS CULPADOS PELA CRISE:
Os principais responsáveis pela crise educacional se encontram os próprios sindicatos de professores e todas aquelas organizações que defendem o direito igualitário a uma escola pública de qualidade, como por exemplo, partidos políticos, grêmios estudantis dentre outros.
As ESTRATÉGIAS RECOMENDADAS PARA SUPERÁ-LA:
a) por um lado, a necessidade de estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade dos serviços educacionais (na ampla esfera dos sistemas e, de maneira específica, no interior das próprias instituições escolares)
b) por outro, a necessidade de articular e subordinar produção educacional às necessidades estabelecidas pelo mercado de trabalho.
QUEM DEVE SER CONSULTADO PARA QUE SE OBTENHAM ORIENTAÇÕES ACERCA DA CRISE:
Os grandes empresários que são conhecedores a fundo sobre o mercado, juntamente com os que conhecem a parte interessada, a educação, como por exemplo, os técnicos de alto nível, que trabalham em organismos internacionais ligados ao banco mundial, como BIRD, CEPAL, MEC Os neoliberais defendem que só há uma saída para a crise - economia de mercado.
Sem mais nada a acrescentar.
Kryzia
Thamillys Simony:
ResponderExcluirPodemos afirmar que o Estado e os sindicatos são os principais responsáveis da crise, mas a sociedade não fica à margem, já que é culpada na medida em que as pessoas aceitam como natural e inevitável o "status quo" estabelecido pelo sistema improdutivo do Estado intervencionista.
De forma clara e simples: a escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento; os professores trabalham pouco e não se actualizam, são perguiçosos; os alunos fingem que estudam quando na realidade perdem o tempo, etc.
Como Souza já postou...
ResponderExcluirEssa passagem do texto nos mostra tudo o que se pede no enunciado da questão.
"CRISE EDUCACIONAL:
Trata-se fundamentalmente de uma crise de qualidade decorrente da improdutividade que caracteriza as práticas pedagógicas e a gestão administrativa da grande maioria dos estabelecimentos escolares, ou seja, existe uma ineficiencia, má qualidade e produtividade educacional. Segundo os neoliberais, esta crise se explica, em grande medida, pelo caráter estruturalmente ineficiente do Estado para gerenciar as políticas públicas.
OS CULPADOS PELA CRISE:
Os principais responsáveis pela crise educacional se encontram os próprios sindicatos de professores e todas aquelas organizações que defendem o direito igualitário a uma escola pública de qualidade, como por exemplo, partidos políticos, grêmios estudantis dentre outros.
As ESTRATÉGIAS RECOMENDADAS PARA SUPERÁ-LA:
a) por um lado, a necessidade de estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade dos serviços educacionais (na ampla esfera dos sistemas e, de maneira específica, no interior das próprias instituições escolares)
b) por outro, a necessidade de articular e subordinar produção educacional às necessidades estabelecidas pelo mercado de trabalho.
QUEM DEVE SER CONSULTADO PARA QUE SE OBTENHAM ORIENTAÇÕES ACERCA DA CRISE:
Os grandes empresários que são conhecedores a fundo sobre o mercado, juntamente com os que conhecem a parte interessada, a educação, como por exemplo, os técnicos de alto nível, que trabalham em organismos internacionais ligados ao banco mundial, como BIRD, CEPAL, MEC Os neoliberais defendem que só há uma saída para a crise - economia de mercado. "
Saulo Sérvulo
Thicianny Solany.
ResponderExcluirA crise educacional se dá devido a falta de escolas melhores, falta de investir com mais
sabedoria e compromisso na educação e investir mais na qualificação dos professores.
Os culpados por essa crise são: o Estado, os sindicatos que não defendem de forma correta
seus direitos e os próprios indivíduos. Os melhores consultores são os p´rorpios professores,
pois são eles quem sabem realmente o que se passano dia-a-dia. Eles sim sabém realmente como
é viver crise. As estratégias para superá-las são
Do meu ponto de vista não há nada mais a acrescentar diante de tal questão pois alguns falaram e explicaram muito bem,então sendo bem objetiva no comentário a crise trata-se de uma crise de qualidade, com falta de eficácia, eficiência e produtividade nas práticas pedagógicas. Os culpados eram os sindicatos de professores e todos os reponsáveis por organizarem uma escola pública de qualidade. Ninguém melhor para ser consultado do que os empresários, homens de negócios que souberam desenvolver-se com êxito no mercado e souberam triunfar na vida. E as estratégias recomendadas eram: promover uma mudança substantiva nas práticas pedagógicas, reformular o perfil dos professores requalificando-os, entre outras q ja foram citadas acima.
ResponderExcluiras ideias ditaspelos meus colegas concordo com todas plenamente.
ResponderExcluirA crise na educação se dar num cenário extremamente caótico, faltas professores nas escolas, material didático que é de péssima qualidade, baixo salários para ao professores, falta boa infretrutura das escolas.Os culpados são os sindicatos pois proclamam um interesse geral baseado na necessidade de construir e expandir na esfera dos direitos sociais,nas pespertivas neo liberal isso constitui uma barreira intransponível para a possibilidade de desenvolvimento de mecanismo de competição individual que garanta o progresso social, sendo estado também culpado pois assistencialista uma configuração institucional.Os grande empresários(homens de negocio) é a única solução para sair da crise sendo os mesmos consultados.Existes algumas estratégias tipo:estabelecer mecanismo de controle e avaliação de qualidade dos serviços educacionais,articular e subordinar a produção educacional às necessidades de mercado de trabalho.MOISES DANTAS
ResponderExcluirOs problemas enfrentados pelo sistema educacional numa visão neoliberal, se da primeiramente por sua grande expansão nos últimos anos. Dessa forma, surgem à ineficiência e improdutividade administrativa dos estabelecimentos de ensino resultando nos altos índices de evasão, repetência e analfabetismo. Semelhantemente, as péssimas políticas de gestão escolar imposta pelo Estado refletem no baixo aproveitamento dos discentes e professores sem qualificação Professional e pedagógica nas salas de aula.
ResponderExcluirPortanto, cabe ao estado à realização duma reforma no referido sistema a fim de reorganizar, introduzindo mecanismos que regulem de forma eficaz a qualidade dos serviços educacionais.
ALISSON RODRIGUES
Concordo com as ideias de Keila.
ResponderExcluirAntônia Fagna
Como alguns colegas debuxou muito bem o neoliberal. A qualidade tem tinha a escola pública antes da ditatura desapareceu, ditatura por um regime de lei que encadeou uma series de fatores deu o desequilíbrio educacional entre pública e privada, entre os setores educação pública são: professores sem qualificação, mau distribuição renda, sindicados sem nenhuma proposito e parte governo.
ResponderExcluirEstratégias recomendadas para superá-la começa de erro que existe cada setor e tem humidade reconhece esta falha. Do setor do professor que da maior parte esta insatisfeito pela correria e renda (ganha menos que nível médio “técnico”) e o piso salarial mal formulário (em algumas escolas privadas se pagar do fim do mês um salario mínimo). Tenta se qualifica porque não tem projeção de melhoria e com isso implica um ensino de qualidade, outro setor para governo que investe milhares de dinheiro, mas quando chega para escola mais da metade foi desviada e o quando o restante do dinheiro exemplo matéria que é má qualidade e perto do vencimento (quando esta vencida). Falta de união entre o professores e funcionário, é muito coisa se fosse falar varias folhar. Eu que deveria saber que o trabalho do professor esta depende do aluno, que a historia desse aluno pode ser o reflexo do ciclo vida que ele tem e não escolher que aluno vou ensina.
Márcia Marfiza (tinha enviado não olher estava do site, estou enviado de novo)
Trata-se fundamentalmente de uma crise de qualidade decorrente da improdutividade que caracteriza as práticas pedagógicas e a gestão administrativa da grande maioria dos estabelecimentos escolares, ou seja, existe uma ineficiencia, má qualidade e produtividade educacional. Segundo os neoliberais, esta crise se explica, em grande medida, pelo caráter estruturalmente ineficiente do Estado para gerenciar as políticas públicas. Os grandes culpados são:
ResponderExcluirO estado por não exercer seu compromisso com a classe dos educadores. falta um envestimente melhor pra que a educação avance e isso só vai acontecer se ouver envestimento na qualificação dos professores, salario compativel com a classe em outras coisas. Os sindicatos por não se organizarem da meneira correta pra defender a classe e mesmo a população por escolherem os representantes pra governa um pais, estado,cidade.
e quem dever ser consultados são: os comeciantes e os proprios professores por estarem preparados para lidar com essa situação.
JUCIFRAN--A crise fundamenta-se na péssima qualidade e também na improdutividade em praticas pedagógicas e gestão de estabelecimentos de ensino. Segundo os neoliberais, isso se explica em grande parte pelo caráter ineficiente do estado para gerenciar as políticas públicas. Porem não é somente o estado o culpado pela crise na educação, os próprios sindicatos de professores, partidos político e grêmios estudantis alem da própria sociedade são responsáveis pela crise. Gentili cita ainda estratégias para superá-la:
ResponderExcluirA necessidade de estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade dos serviços educacionais, necessidade de articular e subordinar a produção educacional as necessidades do mercardo de trabalho e ainda consultar grandes empresários como técnicos de alto nível ligados a organismos internacionais como o Banco Mundial.