O que aconteceu com o Fordismo no terceiro mundo?
O Blog Educação e Realidade Social é um espaço destinado à discussão acerca das questões sociais, políticas, econômicas e culturais e suas relações com a educação básica e superior no Brasil. Através deste blog buscamos fazer com que as discussões realizadas na disciplina fundamentos sociopolíticos e econômicos da educação extrapolem o espaço e o tempo da sala de aula, tornando-se um ambiente de aprendizado colaborativo acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. Sejam bem-vindos.
Quem sou eu
- Aleksandre Saraiva Dantas
- Em um relacionamento divertido com o conhecimento, a vida, a família e a profissão docente.
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No terceiro mundo o fordismo prometia modernização e desenvolvimento, mas na prática promovia a destruição de culturas locais e numerosas formas de domínio capitalista em troca de ganhos ordinários em termos de padrão de vida benificiando apenas a elite nacional que colaborava com o capital internacional
ResponderExcluirProfº pesquisando encontrei que em 2007 a japonesa Toyota se tornou a maior montadora do mundo e pois um fim no fordismo e surgindo a produção enxuta onde os trabalhadores são multifuncionais, ou seja, conhecem outras tarefas além de sua própria e sabem operar mais que uma única máquina. Ao contrario do fordismo que tinha a divisão do trabalho e o trabalhador não conhecia outra tarefa.
ResponderExcluirA insatisfação de todos do terceiro mundo surtia efeito com um processo de modernização que prometia desenvolvimento , emancipação das necessidades e plena integração ao fordismo , mas que na pratica promovia a destribuição de culturas locais , muita opressão e numerosas formas de dominio capitalista em troca de ganhos bastante sem valor em termos de padrão de vida e de serviços públicos.
ResponderExcluirO desemprego crescente das camadas médias não pode mais ser amortecido socialmente pelo Estado. A administração da crise capitalista obriga a se lançar mão de todas as formas de poupança privada, herança e patrimônio imobiliário; casas são leiloadas, melhores moradias têm que ser abandonadas por um aluguel mais baixo. A "gordura fordista" é consumida. Para dizer de maneira drástica: assim como no Terceiro Mundo, uma grande parte das camadas qualificadas e da inteligência vai sendo sucessivamente africanizada.
ResponderExcluirUma minoria reduzida da sociedade fica insulada e, assim como nos Estados Unidos e nas megalópoles do Terceiro Mundo, surgem também na Alemanha aquelas perigosas "no go areas", de um lado, e guetos de luxo, de outro, com serviços privados de segurança, não apenas na capital Berlim. A miséria atingiu uma dimensão como nunca se viu na história alemã recente. E essa miséria, que sempre fora bem camuflada na Alemanha, começa cada vez mais a mostrar sua face: desabrigados já não passam mais despercebidos, bem como cada vez há mais crianças de rua
O fordismo no terceiro mundo se modernizava e se desenvolvia, por outro lado as culturas locais iam sendo destruidas e as pessoas cada vez mais se escravisando em busca de um ganha pão melhor para melhorarem de vida, sendo que a elite quem se beneficiava com tudo isso.
ResponderExcluirHouve muita insatisfação, enquanto empregava-se a modernização seguida do desenvolvimento tinha sua contra-mão na destruição das culturas locais, trazia opressão e poucos benefícios a não ser para uma pequena parte da sociedade (elite).
ResponderExcluirNo terceiro mundo o fordismo prometia desenvolvimento, emacipação das necessidades, mas na prática aconteceu a destruição de culturas locais, muita opressão e numerosas formas de domínio capitalista em troca de ganhos insignificantes em termos de padrão de vida e de serviços públicos como a saúde.
ResponderExcluirREInilson
com varias crises industrias e o aulmento da tecnologia, o fordismo começou a ser disimado das empresas, começaram uma industrialização recuperadora, um consumo de massa onde deu certo apenas por um curto período de tempo, isso não foi o suficiente para sustemtar o fordismo.
ResponderExcluirItalo Augusto
JUCIFRAN---Com a implantação do Fordismo no terceiro mundo, acreditava-se que esses países iam passar por uma grande modernização tecnológica e econômica, mais apenas uma minoria da população conseguia ter grandes lucros visto que contribuía com o capital estrangeiro, o restante ficava a margem desses recursos, recebendo apenas salários miseráveis por sua força de trabalho e ainda perdiam suas características culturais.
ResponderExcluirComo nem todos eram atingidos pelos benefícios do fordismo,havendo na verdade grandes sinais de insatisfações ate mesmo no apogeu do sistema.A negociação dos salários fordistas estava confinados apenas a certos setores da economia e a certa nações-Estados onde o crescimento podia ser acompanhada em longa escala com investimentos na tecnologia de produção em massa.Com isso o fordismo no terceiro mundo foi recheado de insatisfações sociais e por fortes movimentos por partes dos excluídos.Moises Dantas
ResponderExcluirTázia Tatiane -- A crise da relação salarial dominante acarretou múltiplas evoluções entre países desenvolvidos. Uns privilegiaram a flexibilidade; outros a mobilização dos recursos humanos. Os novos países industrializados acentuaram a sua competitividade e diferenciaram-se. Daí, resultou num vasto remanejo na hierarquia das economias mundiais.
ResponderExcluirNo terceiro mundo houve muita insastifação,
ResponderExcluirpois a modernização que chegava pregando beneficios do fordismo na prática destruir as
culturas locais. Trazia opressoes e poucos beneficios a não ser para uma pequena elite.
Enquanto empregava-se modernização o desenvolvimento tinha sua contra mão na destruição das culturas locais,por isso houve muita insatisfação,muita e numerosas formas de domínio capitalista em troca de ganhos bastante sem valor em termos de padrão de vida serviços públicos.
ResponderExcluirThamillys Simony: O fordismo procurou se adaptar ao terceiro mundo, se modernizando, porém com isso veio a desvalorização do trabalho humano(empregados), valorizando apenas a alta sociedade.
ResponderExcluirTendo em vista os papéis assumidos pelo estado a fim de assegurar a lucratividade e manter a expansão dos negócios após a SGM, pactuo inteiramente com a colocação feita pelo colega Souza.
ResponderExcluirALISSON RODRIGUES
Haviam um grande numero de insatisfação com um processo de modernização que prometia desenvolvimento,emancipação e plena integração ao fordismo, mas que na pratica promovia a destruição de culturas locais, enfim muita opressão e numerosas formas de dominio capitalista. FAGNA LOPES
ResponderExcluirConcordo com meu colega Reuzer Dantas que diz: "No terceiro mundo o fordismo prometia modernização e desenvolvimento, mas na prática promovia a destruição de culturas locais e numerosas formas de domínio capitalista em troca de ganhos ordinários em termos de padrão de vida benificiando apenas a elite nacional que colaborava com o capital internacional".
ResponderExcluirConcordo com meu colega Reuzer Dantas que diz: "No terceiro mundo o fordismo prometia modernização e desenvolvimento, mas na prática promovia a destruição de culturas locais e numerosas formas de domínio capitalista em troca de ganhos ordinários em termos de padrão de vida benificiando apenas a elite nacional que colaborava com o capital internacional".
ResponderExcluirSaulo Sérvulo!
Os paises de 3º mundo com o fordismo quis uma moderzinação que prometia desenvolvimento, emancipação das necessidades e plena integraçãa, na pratica promovia a destruição de culturas locais muita opressao e numerosos formas de dominio capitalista em troca de ganhos bastante pifio em termos de padrao de vida e de serviços. Assim como Reuzer tinha citado anteriormente.
ResponderExcluirKryzia
O fordismo propiciara aos países de terceiro mundo um processo de modernização onde era prometdo desenvolvimento. emancipação das necessidades e plena integração. Mas na práticá, promovia destruição de culturas locais, muita opressão e numerosas formas de domínio capitalista em troca d ganhos bastante pífios em termos de padrão de vida e de serviços públicos, a não ser para uma elite nacional não muito afluente que decidira colaborar com o capital internacional.
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